A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 01/04/2020
A Revolução Industrial foi um marco de extrema importância em esfera global, pois além do uso de maquinários, promoveu remuneração aos camponeses. Contudo, atualmente, a falta de formação profissional choca-se com um mercado de trabalho cada vez mais exigente. Consequentemente, trabalhadores são fadados a migrar para empregos que não atendem a regulmentação brasileira.
Conforme previsto na Consolidação das Leis de Trabalho promulgada por Getúlio Vargas em 1943, é dever do empregador sob pena de multa, zelar e assegurar os direitos básicos do empregado. Todavia, com a ascensão do índice de desemprego, a informalidade tomou conta do mercado de trabalho. Por consequência disso, o proletariado é explorado com cargas horárias excessivas que além de comprometer sua saúde, é gratificado com remuneração inferior a prevista em lei.
Segundo Kant afirmava, o homem é aquilo que a educação faz dele. Tal citação reflete uma realidade gritante no Brasil: a falta de mão de obra especializada. Diante de um cenário contemporâneo globalizado, a formação profissional vem sendo um dos principais motivos para a desigualdade social, tendo em vista que somente pessoas afortunadas conseguem buscar capacitação profissional, os tornando assim mais aptos para o mercado de trabalho. Portanto, a parcela baixa renda da sociedade é exclusa de tal formação por motivos econômicos, fato esse que corrobora para o índice de pobreza no país.
Logo, vê-se a necessidade de intervenção do Ministério do Trabalho a fim de fiscalizar de maneira mais eficiente contratos trabalhistas, para que haja garantia que os empregados estejam gozando de todos seus direitos. Em adição, os bancos nacionais juntamente com o Governo Federal devem promover auxílio econômico mensal para todos aqueles que desejam aperfeiçoamento profissional com o intuito de capacitar, incluir e empregar a todos. Com isso, seria o primeiro passo para a erradicação do trabalho informal e diminuição da pobreza no país.