A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 06/04/2020

Em diversos períodos da história pode-se observar a grande exploração de trabalho. Tal fato ocorreu não só durante a colonização, que houve a escravidão dos negros, mas também em meados do século XVIII — quando ocorreu a Primeira Revolução Industrial —, em que as condições de vida e de trabalho eram péssimas, bem como a exploração do trabalho infantil. Em pleno século XXI não é muito diferente, mesmo com leis trabalhistas ainda vemos diversos casos de exploração da mão de obra que precisam ser adversados.

Antes de mais nada, é importante ressaltar o que Karl Marx, grande sociólogo alemão, apresentava em suas teorias. De acordo com Karl Marx as sociedades humanas progridem através da luta de classes e que o Estado foi criado para proteger os interesses da classe dominante, neste sentido, pode-se analisar a atual crise econômica, na qual inflação em alta, aumento do desemprego e dívida elevada são os principais fatores, e são também as principais causas para que o proletariado aceite trabalhos informais e que não condizem com seus direitos.

Além disso, tal pensamento evidencia o estigma de que o proletariado sempre se encontrará submetido aos abusos do trabalho, como no filme “Tempos Modernos”, de Charlie Chaplin, que mostra que tudo o que importa é a produção, com um único objetivo, os lucros. De forma que põe em risco a saúde mental e física do trabalhador, que é tratado com total descaso.

Portanto, é evidente a necessidade de adversar a exploração trabalhista. Para isso, faz-se imprescindível que os órgãos responsáveis pela fiscalização venham fazer seu papel na sociedade, se fazendo presentes tanto nos setores públicos quanto nos privados. Cabe ao Ministério do Trabalho ampliar leis que coincidem com seus devidos direitos, além de sanar suas dívidas com a saúde do empregado. Paralelamente, o mesmo deve conscientizar a sociedade sobre seus direitos para que possam aclamá-los.