A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 05/04/2020
Em 1530 - com a colonização do Brasil- a exploração trabalhista era constante e que, teoricamente, com a carta abolicionista se de o fim a escravidão, mas que na pratica, não pode-se afirmar o mesmo. No cenário atual, ainda nota-se que há diversas pessoas trabalhando ilegalmente, resultando em varias consequências, portanto, fica em evidente a importância de rever tais direitos e combater esse impasse.
Entretanto, durante a Terceira Revolução Industrial, com os novos maquinários nas fábricas substituindo mão-de-obra, gerou m número alarmante de desemprego, o qual justificava e ainda justifica a exploração trabalhista no âmbito social. Atualmente, trabalhos análogo à escravidão-trabalhos ilegais, obrigatórios, carga horaria exaustiva- está cada vez mais frequente, principalmente nas grandes fabricas. E, um dos principais motivos dos trabalhadores se submeterem há tais condições é o desemprego, a ausência de conhecimento da Lei CTL-sancionada no Estado Novo, por Getúlio Vargas-, pagamento de dividas entre o empregador e o empregado entre outros. Logo, é notório a importância de frisar sobre as leis trabalhistas e reforçar as fiscalizações no ambiente de trabalho.
Portanto, com a exploração trabalhista, é possível notar tais consequências, ora o contratado ilegalmente é prejudicado, ora o contratante é beneficiado. Sabe-se que determinadas condições de trabalho, não respeitando a Consolidação das Leis do Trabalho, pode ser bem desgastante para o trabalhador, afetando diretamente seu psicológico, podendo desenvolver o “Burnout”-um termo da língua inglesa usado para definir o esgotamento mental ou físico causado por excesso de trabalho- resultando até mesmo em uma depressão. Dessa forma, os estudos do jovens também ficam comprometidos, impossibilitando-os de se prepararem para um vestibular. Logo, fica em evidente a necessidade de rever essa problemática.
Com tudo, é imprescindível que medidas sejam todas para evitar tais consequência. Portanto, cabe ao Tribunal Federal Brasileiro implantar mais fiscalizações nas grandes e pequenas empresas, punindo os que não cumprem a CLT, e com o apoio do Ministério da Educação e o Poder Mediático, devem promover palestras escolares e campanhas publicitarias com intuito de frisar os direitos trabalhistas. Assim, respeitando as leis trabalhistas, conscientizando os trabalhadores de seus direitos será possível desviar do cenário análogo a escravidão.