A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 06/04/2020
Segundo o filósofo Platão, " O importante não é viver, mas viver bem". É explícito que tal conceito não se mostra presente na conjuntura hodierna, em que a população proletária tem sido, constantemente, submetida à precárias condições de trabalho, sendo compensadas de maneira desproporcional ao que diariamente executam, estipulando uma distorcida igualdade social e injustiça para com os indivíduos trabalhadores. Nesse sentido, é fundamental encontrar subterfúgios para resolver essa inercial problemática. Primeiramente, é indubitável que os membros que constituem as classes denominadas inferiores, foram frequentemente expostos à penosas jornadas de trabalho, assim ferindo seus direitos e logo contrariando a Constituição Federal, que em seu 5° artigo é dito que todo habitante tem de viver dignamente, tendo acesso a tudo o que lhe é assegurado por lei, incluindo o trabalho. Outrossim, conforme diz Newton, um corpo tende a permanecer em seu estado até que uma força atue sobre este. De maneira análoga, enquanto os integrantes que compõe a classe superior derem continuidade com a abusão da mão-de-obra, a exploração trabalhista manterá seu movimento. Portanto, medidas são necessárias para resolver este impasse. O Poder Judiciário precisa promover, de forma incisiva, o cumprimento do 5° artigo da Constituição Federal, por meio da fiscalização do Legislativo e com o intuito de garantir os direitos que devem ser fornecidos à sociedade, independente da condição socioeconômica. Destarte, a mídia poderia expor a desigualdade não ausente nesse ínterim, através de fatos concretos e chocantes, demonstrando como vivenciam estes trabalhadores. Somente assim, a citação do filósofo Platão se tornará algo palpável para o proletariado.