A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 09/04/2020
A Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro - assegura a todos a igualdade perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Contudo, existem diversos servidores que possuem uma carga horária de trabalho extremamente alta e com um baixo salário. Nesse sentido, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude das longas horas de trabalho reproduz-se diversos problemas psicológicos e físicos.
Convém ressaltar, a princípio, que o desrespeito à legislação é um fator determinante para a persistência do problema. De acordo com o artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. No entanto, o que se verifica, na realidade brasileira atual, é um cenário de abandono social e financeiro, o que demonstra a insuficiência da legislação.
Durante os séculos XVIII e XIX na Revolução Industrial, os funcionários de grandes fábricas trabalhavam exaustivas horas e pouco retorno. Essa prática sucessiva, além de cansativa, trás consigo problemas psicológicos como depressão e ansiedade. Tal atividade é um problema porque existem leis que não são seguidas e muitas das vezes não conhecidas por parte dos trabalhadores.
Portanto, para encerrar com a exploração trabalhista na sociedade moderna, medidas devem ser tomadas. Faz-se necessário, pois, que o Ministério do Trabalho, em parceria com a Prefeitura, criem oficinas educativas em locais públicos de grande circulação, para a população em geral, por meio de palestras de advogados, que orientem o papel do trabalhador na sociedade e atualizem a real condição do trabalhador. Além disso, nesses momentos, é preciso trazer para discussão as leis trabalhistas e suas implicações, para que haja a elucidação e, por consequência, o devido tratamento para esse grupo. Dessa forma, teremos no Brasil uma sociedade mais igualitária.