A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 19/04/2020

A organização internacional do trabalho promove no Brasil a segurança

contra o trabalho infantil, comércio  e exploração sexual, trabalho forçado e o tráfico de pessoas. No entanto, a crise econômica, assim como, a exigência de qualificação de mão-de-obra, faz com que o princípio da equidade se distancie da realidade do jovem ao tentar se inserir no mercado de trabalho. Desse modo, o trabalho informal gera a submissão a uma longa jornada de trabalho e baixos salários.

Em primeiro lugar, o período de crise gera retração no mercado em geral, ocasionando um longo período de desemprego, o Brasil dentro dos dados do IBGE no final de 2019, calculou o total de 11 milhões de desempregados. Este período de encolhimento econômico da margem ao  trabalho informal, em que, os contratos não seguem as normas trabalhistas, desse modo, as condições de trabalho são vulgarizadas. Tomemos como exemplo os seringueiros e os garimpeiros que recebem pouco e não são protegidos por nenhuma lei. Consequentemente, esse desajuste ocasiona na economia um baixo desempenho e no trabalhador informal, danos físicos e psicológicos.

Em segundo lugar, ocorre a falta de mão-de-obra especializada, que tem como causa o alto índice de analfabetismo e falta de experiência/curso entre jovens recém formados. Assim, com esse defcit  de demanda dificulta a contratação padrão no comércio e indústrias.

Em suma, o governo tem tomado medidas que minimizem tais prolemas, o Pronatec, que tem como objetivo cursos técnicos para inser o indivíduo mais rápido no mercado, o curso técnico integrado que possibilita ao aluno recém formado ter uma especialização. O governo dentro das suas limitações fiscaliza o mercado de trabalho visando garantir o cumprimento da legislação, com o objetivo de combater a exploração no mercado informal do trabalho.