A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 14/04/2020
Exploração trabalhista
A exploração trabalhista possui um passado histórico, onde desde o período da revolução industrial os trabalhadores não possuíam as condições mínimas de trabalho como, carga horária adequada, salário fixo dentro do cargo ocupado e garantias. Com a criação dos direitos trabalhistas acreditava-se que o abuso do profissional seria resolvido, porém continuou.
De acordo com pesquisas do IBGE, estima-se que cerca de 38,6 milhões de trabalhadores atuam na informalidade, sem carteira de trabalho assinada, logo não possuem seus benefícios garantidos. Segundo Karl Marx vende-se o esforço no trabalho como a fonte de sobrevivência, desta forma o trabalhador se torna sujeito das funções, precisando realizar as exigências e metas estabelecidas, caso contrário será substituído por alguém que realize.
Em uma atual época onde os empregos estão instáveis surgiram empresas como Uber e Ifood que lucram com a necessidade do prestador de serviço sem oferecer nenhum direito a ele. Funcionários que trabalham mais de 12 horas por dia para poderem lucrar um pouco a mais, e mesmo assim recebem pagamentos que estão abaixo do salário mínimo no Brasil. Devido a todo esse esforço é possível que se desenvolva doenças psicológicas como depressão e ansiedade.
Com isso, diante dos fatos é imprescindível que o Ministério do trabalho aumente ainda mais as fiscalizações nas empresas, para que os horários não sejam excedidos e aumente o rigor para a carteira de trabalho assinada. As empresas investirem em tratamentos com psicólogos e psiquiatras para garantir a saúde mental de seus funcionários, para que a diminuição na exploração trabalhista aconteça.