A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 19/04/2020

Com o advento da Revolução Industrial, no século XVIII, entendeu-se que houve uma mudança expressiva na economia e nas relações de trabalho, entretanto, esse processo teve como consequência a degradação do trabalho humano. Assim, quando se observa a questão da Revolução Industrial, ainda vigora nos meios de produções contemporâneos. Dessa forma, é notório que existe uma exploração trabalhista no corpo social, devido não só a uma ideologia de alienação mas também a precariedade do trabalho. Portanto, cabe ao Governo Federal juntamente com a rede industrial, procurar melhorias para o indivíduo proletariado.

Deve-se pontuar, de início, que a alienação trabalhista se faz presente na sociedade moderna. Segundo o sociólogo Karl Marx, a ideologia trabalhista é uma forma de impor a ideia de classes e submissão - dos assalariados ao proprietário - essa ideologia se faz vigente desde o século XVIII até os dias atuais. Logo, verifica-se que os princípios da dependência entre trabalhador e empregado seja pregado desde os primórdios e assim havendo uma utilização de convicções exploratórias.

Cabe ressaltar, ainda, que a precarização no âmbito do trabalho contribuí para uma especulação trabalhista, como a precária infraestrutura. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, em uma pesquisa foi detectado que melhor for as condições de trabalho, melhor o resultado final e satisfação da produção. Conforme retratado, seria benéfico não só para a economia mas também ao indivíduo que produz os bens.

Dessarte, é indubitável que existe um desafio no combate  a exploração trabalhista na sociedade moderna. No entanto, é possível reverter tal realidade, com ações do combate a alienação, o Governo Federal em parceria com as redes radiotelevisivas estejam afrente nas campanhas contra a ideologia, com comerciais e propagandas - afim de beneficiar os trabalhadores - para uma melhor visão das relações no corpo social. Ademais, cabe as corporações empresariais promoverem melhorias nas condições de trabalho, para uma melhor operação nas empresas, tendo em vista o êxito no trabalho, afim de conter as precariedades. Assim, com boas políticas públicas, será notada na prática a não usura do trabalhista.