A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 22/04/2020

Permeada pela desigualdade da classe operária, a Revolução Industrial no século 18 foi marcada historicamente pela recorrência de longas horas de trabalho e pouca remuneração. Desse modo, na sociedade moderna percebe-se a contínua exploração do trabalho, principalmente em países subdesenvolvidos onde o policiamento não é adequado. Constata-se a baixa remuneração e cargas horárias extensas em ambientes nocivos para os trabalhadores circunstâncias nesse meio.

É relevante abordar, primeiramente, a teoria de Karl Marx, conceituando a força de trabalho como fonte de sobrevivência a quem detém os meios de produção. Porém, há certa contradição enquanto pessoas trabalham mais que 12 horas e recebem menos que um salário mínimo sem a regulamentação da legislação trabalhista que garante seus direitos. Assim, favorecendo empresas privadas.

Paralelo a isso, vale também ressaltar a concepção de sociedade líquida de Bauman, aplicando a essa situação. Esse conceito apresenta como os empregos são instáveis  e facilmente substituíveis, fazendo o individuo recorrer a situações precárias para se sustentar. Fica claro, então, à exploração trabalhista na sociedade moderna transgredindo aos direitos humanos.

Portanto, fica evidente a importância das leis trabalhistas no contexto vigente. Cabe, ao Ministério do Trabalho, sancionado no Brasil durante o governo de Getúlio Vargas, regulamentar horários e taxas de pagamentos em empresas privadas atráves das leis que protegem o empregado. Desse modo, para que diminua o abuso frequente à suprimir esse desafio.