A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 23/04/2020
A exploração proletariada advém de muitos anos, com bases da escravidão ao Fordismo -iniciada no século XX, na qual grandes empresários ressaltavam a produção em massa e aumento exorbitante do lucro próprio, sem ao menos preocuparem-se com seus funcionários-. Assim acontece em dias atuais, com falta de preocupação do Governo à educação dos jovens e ausência de um melhor preparo ao “mundo” do trabalho, os indivíduos procuram empregos com escasso salário e hora ilimitadas de serviço.
Primordialmente, as secretarias educacionais estão isentas na preocupação das crianças e adolescentes fora de ambientes escolares, na qual o país já possui mais de dois milhões de jovens sem estarem ativos nos colégios, segundo o site G1 da Globo. Consequentemente, muitos deles, por falta de escolaridade completa optam por trabalhos exploradores, com salários apavorantemente baixos e turnos extensos.
Posteriori, não há preparação para o mercado de trabalho aos mesmos. Contudo, sem uma visão mais ampla de suas oportunidades, os jovens são levados à alienação que só há esta opção de emprego. O sociólogo Karl Marx critica este tipo de ato, com a seguinte afirmação “Os operários não têm pátria.”, evidenciando a exclusão de seus direitos com a ganância de seus precedentes.
Em suma, o Ministério da Educação deve aplicar um regulamento obrigatório para que as Secretarias de Educação monitorem os jovens inativos da escola por situações não favoráveis, como por exemplo, o único apto e saudável da família para trabalhar, fazendo com que participem das atividades escolares e receba um auxílio dado em dinheiro para sustento mensal, sem abandonar a educação; e os preparem com matérias educacionais para o trabalho. Ademais, que os trabalhos exploradores sejam confiscados pela Receita Federal, por não respeitarem os direitos humanos colocando os trabalhadores a serviços extensos, assim, os direitos dos mesmos serão respeitados e colocados em prática.