A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 27/04/2020
Em 1789 na primeira revolução industrial, as populações mais pobres, chamadas de proletariado, tinham uma rotina de trabalho que girava em torno de 18h por dia. Os trabalhadores não possuíam nenhum tipo de assistência do governo nem haviam direitos trabalhistas. De maneira análoga aos dias atuais, a exploração trabalhista deve-se a uma grande desigualdade social.
Diante dessa realidade, é importante enfatizar que, conforme o passar dos anos há uma maior exigência em uma mão de obra mais especializada, resultando em um dos principais fatores das desigualdades sociais atualmente. Nesse sentido, há uma maior dificuldade para aqueles que não dispõe de dinheiro para dedicar-se a uma boa formação profissional, levando-os a sujeitar-se também a uma exploração trabalhista.
Assim, é lícito afirmar que, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um país, pois, segundo o filósofo Immanuel Kant ’’ O ser humano é aquilo que a educação faz dele’’, no entanto, o fornecimento de um melhor ensino para pessoas com maior poder aquisitivo, leva-nos a uma má democratização do ensino. E o resultado desse contraste é claramente refletido na exploração trabalhista para sociedade mais pobre nos dias atuais. Isso deve-se ao mau investimento do Governo ao ensino público.
Portanto, diante de tal problemática, é preciso primeiramente que o Governo invista ainda mais no ensino público, democratizando e igualando o ensino entre classes sociais, resultando em boa formação profissional para todos. Ademais, é preciso que o Poder Público crie uma ‘‘Bolsa Ensino’’ a qual forneça, mensalmente, um valor de R$150,00 para estudantes de baixa renda, com critérios de frequência e boas notas escolares. Dessa maneira haverá igualdade profissional para todos.