A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 12/05/2020
Em 1500, ocorreu o início do período colonial no Brasil, o qual evidenciou o método da escravidão, de modo que Portugal conseguisse lucro pelas lavouras. Por outro lado, durante as Revoluções Industriais, houve um aumento imenso na quantidade de trabalhadores, e esses, eram explorados, uma vez que seu período de trabalho limitava a capacidade diária de cada funcionário. Com isso, é possível afirmar que a exploração trabalhista na sociedade moderna possibilita a escassez de motivação do trabalhador em seu ambiente de trabalho e, ainda, impede que tais empregados reproduzam uma reflexão sobre seu futuro.
Em primeiro plano, uma análise elaborada pelo jornal G1, em 2017, afirma que 56% dos trabalhadores formais são insatisfeitos por conta dos seus locais de produção e a exploração trabalhista. E, tal sentimento, pode ocorrer por vários motivos, entre eles: a desmotivação do trabalho, já que a mesma análise do jornal indica que 90% desses funcionários estão infelizes por causa da falta de reconhecimento de desempenho.
Em segundo plano, no pensamento de Karl Marx, o trabalho interpreta aquilo que irá sustentar o indivíduo, e não, elevá-lo às hierarquias sociais maiores. Além disso, essa preocupação em estar sobre equilíbrio econômico é, certamente, influenciada pela exploração do trabalho, já que, na argumentação do filósofo alemão, o emprego é o sustento.
Em suma, é de extrema importância que os chefes e diretores executivos de empresas nacionais e internacionais incentivem os seus empregados a estarem motivados ao trabalho, por meio da autenticação da atuação no local de produção como, por exemplo, a aquisição de metas e premiações mensais. E, além disso, é importante que, na sociedade moderna, os líderes políticos diminuam a carga horária trabalhista para um horário flexivo, por intermédio de reuniões e acordos que auxiliem nessa etapa. Ao concluir tais aspectos, poderá haver um maior desempenho nas empresas não só pelo lucro, mas também pela satisfação, para que haja contradição com a teoria de Marx.