A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 06/05/2020

Diante de vários assuntos tratados em nossa sociedade contemporânea, não podemos deixar em segunda instância questões relacionados ao bem estar dos seres humanos, assim, como demanda na constituição brasileira seus direitos. No entanto, com a substituição de homens por máquinas, a mão de obra humana vem ficando cada vez menos valorizada, dessa maneira, o indivíduo acaba se submetendo a certas situações para poder ter uma fonte de renda.

É fato que desde 1800, com a abolição da escravidão, diversos aspectos foram reformulados na teoria em termos globais. Entretanto, quando observamos fatores históricos, notamos que na prática a escravidão nunca deixou de existir, mesmo sendo de forma menos drástica do que há séculos atrás. Assim, de contrapartida, é notório perceber-se em nossa sociedade moderna, que de forma direta e indireta, o homem não é mais escravo do próprio, e sim da tecnologia excessiva.

Segundo o cientista alemão Albert Einstein, “a tecnologia excedeu a nossa humanidade”. Dessa forma, seguindo a linha de pensamento do próprio, podemos observar que a tecnologia vem sendo colocada em primeira instância, desse modo, deixando o homem em segundo patamar. Circunstância a qual tangencia o desemprego significativo. Onde a mão de obra do ser humano vem sendo cada vez mais explorada, consequentemente, fazendo o homem a se sujeitar a condições desumanas para conseguir garantir uma fonte de renda.

Desde a Revolução Industrial, o homem vem sendo substituído pela tecnologia, entretanto, á partir de 2000, esse fato vem acontecendo de forma abundante. Assim, fazendo o homem ser o fator dominado e ela o dominante. Destarte, o indivíduo vem sendo explorado sem ter outra saída, já que, o mercado está saturado, devido a uma máquina substituir diversos humanos. Assim, cabe ao ministério do trabalho, juntamente com as cooperativas fazerem ofertas de isenções através de campanhas,  para que o homem não seja explorado pela falta de empregos.