A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 10/05/2020
Em Chicago, no ano de 1886, uma multidão de trabalhadores norte americanos formaram uma grande manifestação com o objetivo de tornar mais diga a jornada de trabalho, que na época chegava a ser de 17 horas diárias. Entretanto, ainda no século XXI existem casos de exploração trabalhista, e há necessidade de mudar essa realidade e poder evitar agravantes físicos e psicológicos em operários, assim como combater o capitalismo selvagem, que presa apenas por dinheiro, e não pelo bem estar social.
Ademais, o capitalismo ganhou uma alta relevância durante a revolução industrial, que ocorreu no Reino Unido. Na época, era comum ver crianças e adultos trabalharem dentro do mesmo ambiente, por longas jornadas de trabalho, e receberem um salário inferior ao que haviam produzido. E em consequência de trabalhar compulsoriamente, problemas como: tendinite, dores musculares, depressão e ansiedade eram comuns entre os empregados das indústrias na época.
Já o livro do autor Karl Marx, o capital, mostra como a classe possuidora dos bens de produção tem como único objetivo ganhar cada vez mais dinheiro através da exploração do trabalho humano. No entanto, quando há ausência de fiscalização no âmbito de produção, determinadas empresas aumentam a carga horária de seus funcionários, de forma irregular, e infringem seus direitos com a finalidade de aumentar suas reservas de dinheiro.
Portanto, deve-se tomar uma série de medidas para que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. Como a título de exemplo, a criação de um órgão internacional, criado pela Organização das Nações Unidas, que multe empresas que exploram seus funcionários de forma ilegal, sendo que uma parte do dinheiro da punição seria destinado ao tratamento de pessoas que sofreram de alguma forma com o abuso que ocorreu. Com essa e outras ações, cada vez menos pessoas iriam ser exploradas em seu ambiente de trabalho.