A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 07/05/2020

O capitalismo data do século XV, um sistema que veio para substituir o antiquado sistema feudal e que trazia maior poder mercantil e do capital. Esse sistema veio sofrendo alterações e chegou no século XX transformado, com o fim da escravidão a mão de obra era um serviço essencial e muito procurado na época assim surgindo uma nova camada trabalhista, normalmente de pessoas jovens de baixa escolaridade que participavam desses trabalhos mais braçais e “simples”, assim essa nova camada sendo mantida até os dias atuais e, cada vez mais, sendo abusada pelos detentores do capital através do trabalho mal remunerado e com altíssima carga horária.

Essa nova classe de proletários sofre com a falta de execução das leis trabalhistas, e em época no qual o emprego é escasso, os mesmos tem que se sujeitar a condições péssimas de trabalho. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 11 estados do Brasil os trabalhos informais (aqueles sem nenhum tipo de regulamentação) superam o 50%, certa porcentagem se diz a trabalhadores autônomos, onde os mesmos são seus próprios patrões mas a grande maioria é aqueles que se sujeitam a trabalhos abaixo das leis trabalhistas e com pessimas condicoes.

Afim de acabar com o abuso de autoridade do patrão o governo deve flexibilizar e facilitar o acesso de trabalhos formais, fazendo muito desses empregos sem carteira assinada se tornarem trabalhos com documentação. Muito da existência desses trabalhos informais se deve a burocracia de fazer um trabalho documentado, acabando com essa burocracia e incentivando a criação de novos trabalhos com carteira assinada através de projetos que favorecem as empresas (seja com isenção de impostos ou diminuição das mesmos), uma coisa levará a outra, e sendo formal o trabalho, as leis trabalhistas serão postas em ação, melhorando a condição de trabalho de muitos brasileiros e possibilitando o emprego digno de muitos outros.