A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 08/05/2020

“O dinheiro é a essência alienada do trabalho e da existência do homem; a essência domina-o e ele adora-a ”. Karl Marx ao analisar a economia e as relações sociais, julga o capital como o fator fundamental e indispensável para o trabalhador. Nesse contexto, Karl Marx conclui que o capitalismo é selvagem e desigual, principalmente em relação à exploração trabalhista cuja presença é notória no período contemporâneo.

A exploração trabalhista apresenta um histórico proeminente, como o período de colonização no qual africanos e índios trabalhavam compulsoriamente para os colonos, no período da revolução industrial onde cidadãos se sujeitavam a grandes jornadas de trabalho em troca de baixíssimos salários. Com o transcorrer do tempo, a exploratória do trabalho foi amenizando, adaptando, porque a cultura capitalista foi permanecida onde o principal foco é o lucro.

Contemporaneamente, com a prática dos direitos dos trabalhadores foi amenizado a exploratória, mas ainda assim ocorrem como fantasmas nas relações empregatícias, sendo disfarçadas pelos patrões, como por exemplo, horas extras não pagas, longas jornadas de trabalho, em “quebra-galho” para o chefe, etc. Outro ponto importante é o desprezo com a saúde mental do trabalhador, sendo tratada com menos importância em relação à produção do trabalhador, sendo assim, o número de problemas emocionais como depressão, ansiedade, cansaço são aumentados.

Em suma, o cenário do trabalhador sempre foi conturbado. Os direitos, as relações trabalhistas, as fiscalizações devem ser ampliadas por órgãos do governo, como o Ministério Do Trabalho, a fim de estimular patrões para que não explorem de maneira ilegal trabalhadores. Cabe aos órgãos públicos e privados o amparo médico e psicológico aos trabalhadores, a fim da redução de problemas emocionas. A difusão de informações contra a exploratória e conscientização, por parte da imprensa, é fundamental para inibir atos ilegais contra os trabalhadores.