A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 08/05/2020
Segundo o sociólogo Karl Marx, “o trabalho não é a satisfação de uma necessidade, mas apenas um meio pra satisfazer outras necessidades”. Sob essa perspectiva, nota-se que a procura constate de emprego e a barreira da crise econômica, fazem com que que as pessoas aceitem cargos na qual são exploradas. Podendo assim, causar o estresse e em casos mais graves, o suicídio.
Deve-se considerar, antes de tudo que, o trabalhador é submetido a certas situações por medo da falta de renda. Dessa forma, a população necessita de um cargo remunerado que atenda as demandas básicas de sobrevivência, porém, o atual cenário da falta de emprego e a crise econômica do país, levam os indivíduos a aceitarem cargos que não lhe favorecem, não pagam hora extra, não possuem férias remuneradas, e em alguns casos não apresentam carteira assinada, aumentando ainda mais essa exploração trabalhista.
Simultaneamente, é importante destacar a desimportância com a saúde mental dos trabalhadores. Visto que, segundo o site Uol, o Japão reconhece 2 novos suicídios por excesso de trabalho no país, onde as empresas só se importam com o que o trabalhador produz. Citando a frase “time is money” do modelo fordista, no qual o empregado trabalha o máximo de tempo para arrecadar mais dinheiro para empresa. Sendo assim, o indivíduo acarreta sérios problemas de saúde, pois não possui tempo para atividades básicas do dia a dia, como comer e dormir, nem para a atenção e lazer familiar.
Sendo assim, é notória a necessidade de uma ação mais efetiva do governo. Para a melhoria dessa situação, o governo deve intervir garantindo os direitos trabalhistas, e verificando o comprimento dos mesmos. Pode-se seguir o exemplo da empresa Google, que aplica áreas de lazer e descanso para a melhoria da qualidade de vida do trabalhador, uma vez que a saúde mental é fator principal para um bom desempenho profissional.