A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 13/05/2020
O sistema trabalhista é muito rigoroso, principalmente quanto à exploração. No entanto, essa exploração, muitas vezes não é percebida como tal. É evidente que existe uma hierarquia, na qual o maior prejudicado é o elo mais fraco, ou seja, o trabalhador. Não importa se o indivíduo está com algum problema pessoal, familiar, ou financeiro; o importante é que ele produza.
Cansaço, falta de senso coletivo, ansiedade, depressão. De acordo com o ministério do trabalho, esse é o perfil emocional de grande parte dos empregados na sociedade contemporânea. A partir disso, é visível que a saúde de muitos funcionários não está como prioridade em seus empregos, podendo chegar a situações extremas, como o suicídio.
Segundo o sociólogo Karl Marx “o trabalho não é a satisfação de uma necessidade, mas apenas um meio pra satisfazer outras necessidades”. Quanto a isso, percebe-se que a grande procura de emprego e a dificuldade da crise econômica fazem com que a população aceite cargos em que será explorada, não pagam hora extra, não possuem férias remuneradas, e em alguns casos não apresentam carteira assinada. Isso ocorre muito em virtude da sociedade capitalista que, movida por recursos monetários, objetiva um lucro empresarial maior.
Deste modo, o governo deve intervir, garantindo e ampliando os direitos e benefícios dos trabalhadores conforme consolidação das leis trabalhistas (CLT). Cabe aos órgãos públicos, assim como os privados, o cuidado com a saúde física e mental do empregado, oferecendo-lhes convênios psico-funcional e médicos, folgas e carga horária justa. Ademais, é preciso que a sociedade trabalhista continue em constante luta, fazendo valer seus direitos na contemporaneidade.