A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 09/05/2020
No Brasil, logo após a abolição da escravidão, muitos escravos que foram livres permaneceram trabalhando excessivamente com um salário baixo, por questão de sobrevivência. Semelhantemente, nos dias atuais, a exploração trabalhista ainda persiste em muitos países, principalmente na China, ocasionando problemas sociais tais como, o aumento da taxa de suicídio e a mão de obra barata e desvalorizada.
Em primeira análise, a carga horária de trabalho semanal necessária em alguns países é extremamente longa. Em consequência, o cansaço, exaustão e a solidão são alguns sintomas que afetam os trabalhadores, visto que estes não têm tempo livre para praticarem atividades de lazer que são fundamentais para uma boa saúde mental. Logo, é possível que estes fatores causem uma depressão, estimulando o suicídio. Conforme o jornal BBC News, há cerca de duas mil mortes anuais ligadas ao excesso de trabalho no Japão.
Em segunda análise, a mão de obra barata, a qual os funcionários exercem suas funções por um longo período de tempo em condições precárias e com presença de assédio moral, além de receberem uma renda salarial muito baixa. Segundo o site brasileiro EXAME, os chineses ganham em média US$3,60 por hora. Apesar de ser um problema social, a economia de um país é dependente desse cenário. Diante disso, é notório que na China, algumas indústrias que fazem produtos, principalmente eletrônicos, tem um papel fundamental no crescimento econômico do país, sendo um dos motivos da persistência dessa problemática.
Em síntese, é necessário que o poder legislativo desses países, crie uma lei que garanta uma menor carga horária de trabalho, para que assim, o número de suicídios seja reduzido. Além do mais, cabe aos Governos Federais realizarem um investimento financeiro, em fábricas e indústrias com péssimas condições com o intuito de proporcionar um melhor ambiente de trabalho como também, aumentar a renda salarial de cada funcionário.