A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 10/05/2020

A exploração trabalhista se iniciou no século 19, submetendo o trabalhador ao expediente de muitas horas, que se intensificou com o modernismo capitalista. No Brasil muitas pessoas passam por condições degradantes de trabalho, laborando mais de 44 horas por semana com jornadas exaustivas por conta do grande desemprego.

Os trabalhadores que mais são submetidos a essas condições na maioria são analfabetos, imigrantes, tem baixa escolaridade ou não tem noção de direitos humanos e trabalhistas. Por exemplo do estado de  Roraima sendo um local com grandes imigrantes venezuelanos em uma situação de grande vulnerabilidade, de 16 trabalhadores explorados, 3 eram venezuelanos.

O SIT, Radar da subsecretaria de inspeção do trabalho, diz que em 2019 1054 pessoas foram resgatas das condições de trabalho escravo e que as denúncias só continuam aumentando. É mais comum ver essa prática nos meios rurais em cultivos de café e milho, criação de bovinos, produção de carvão vegetal. E nos urbanos na área têxtil, construção civil, construção de rodovias, serviços domésticos e ambulantes.

Nas cidades o desemprego vem aumentando a cada dia mais e a necessidade do trabalho mais cedo antes dos 18 anos cresceu. Com isso muitos  jovens viram entregadores de aplicativos, trabalhando mais de 12 horas seguidas em condições precárias com uma própria bicicleta e muitas vezes todo o esforço não chega ao valor de um salário mínimo.

Portanto o Ministério do Trabalho em conjunto com a Secretaria de Inspeção do Trabalho  devem continuar o trabalho que já fazem, com ainda mais esforços para fiscalizar trabalhadores que estão sendo explorados e não tem seus direitos cumpridos. Em destaque aos trabalhadores rurais pode ser feito uma fiscalização mais profunda sobre a saúde física e mental deles, tornando os trabalhos legais e seguindo os direitos humanos e trabalhistas.