A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 11/05/2020
Primordialmente, na época da colonização do Brasil, o qual o trabalho exploratório era considerado comum,e no período da revolução industrial, no qual o trabalho era extremamente desgastante, e sem remuneração. Atualmente, essa prática permanece,existindo de outras formas, pois vivencia-se uma cultura capitalista que tende a lucrar acima de tudo.
Segundo o filósofo Karl Marx,”a força produtiva do trabalho social e suas formas particulares se apresentam então na qualidade de forças produtivas e formas do capital, do trabalho materializado, das condições materiais (objetivas) do trabalho - as quais, nessa forma independente, em face do trabalho vivo, se personificam no capitalista”, desta forma, o trabalho fica de maneira assujeitada ao indivíduo, visando cumprir as metas estipuladas, mantendo-se após o horário de expediente ou então solucionando pendências de trabalho em casa, em horários de lazer, atrapalhando a vida pessoal do trabalhador. Em que provavelmente não recebe remuneração adicional, sendo considerado como “sacrifícios pelo trabalho” para ser um profissional esplêndido.
Como também, conceitua o pensador modernista Bauman, em que encontra-se um período sólido que era caracterizado pela rigidez e solidificação das relações sociais, enquanto a líquida era o oposto onde havia fragilidade, e então ele afirma que “A modernidade líquida é ágil, pois ela acompanha o pensamento de época em relação a ciência, a técnica, as relações humanas e tudo mais que foi criado pelo ser humano para compor uma sociedade capitalista”. Em outro modo, é como se o funcionário tivesse que render-se a exploração ao fato de necessitar, exercendo as requisições com medo de ser demitido. Entretanto, nesse ritmo de emprego, o trabalhador pode enfrentar problemas psicológicos, como a depressão.
Portanto, é notório a necessidade de que medidas sejam tomadas, como uma melhor fiscalização do Ministério do trabalho, em relação aos horários excedidos e a remuneração de horas extras, a garantia de profissionais que garantam os problemas psicológicos dos trabalhadores, através da realização de campanhas sobre os direitos trabalhistas, com a finalidade de ter uma redução na exploração trabalhista.