A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 12/05/2020

A exploração trabalhista não é uma invenção atual. Nota-se, que ao analisar o tema, vê-se que a revolução industrial foi a precursora desse trabalho desumano na segunda metade do século XVIII, ignorando valores como saúde mental e bem estar social dos seus funcionários. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa problemática.

Em primeira análise, criada pelo psicanalista Herbert Freudemberger  no ano de 1970 a (síndrome de Burnot), que consiste em acometer pessoas com jornadas prolongadas de trabalho. Tendo em vista que; um dos seus principais sintomas  é a depressão, esgotamento físico e menta. Não Obstante, podemos observar nos noticiários que, atualmente, a OMS estimou que em 2020 a doença mais incapacitante do mundo será a depressão.

Sob outro ângulo, promulgada pela ONU em 1948 a Declaração Universal dos direitos humanos garante ao indivíduo o direito ao bem estar social e a integridade nas relações trabalhistas. Em contrapartida, o cenário hodierno ainda retrata a precarização que o sistema se encontra, jornadas de trabalho maior que 24 horas e um salário menor que o mínimo. Pesquisas do IBGE do ano de 2019, exemplifica que metade dos trabalhadores Brasileiros tem renda menor que um salário mínimo.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, melhores relações de trabalho precisam ser criadas pelo ministério do trabalho, com o intuito de reformular e melhorar as leis já existentes aliada a uma fiscalização eficaz feita pelo ministério da justiça. Além disso, é dever do ministério da saúde em parceria com empresas privadas, o cuidado com a saúde física e mental dos seus funcionários propiciando o acompanhamento com médicos e psicólogos.