A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 12/05/2020

A escravidão no Brasil acabou teoricamente a mais de 100 anos atrás, pela lei áurea, porém há uma controversa, pois ainda nos tempos modernos, na idade contemporânea, existe ainda trabalhos que são considerados trabalhos escravos. O grupo de fiscalização do Ministério do Trabalho divulgou que o trabalho escravo ainda é muito presente na sociedade brasileira e que grande parte da população ainda sofre com essa realidade, tanto nas áreas rurais como urbanas. As medidas devem ser tomadas visando esses problemas, pois o trabalho escravo é algo desumano, e que deve tomar consciência que esse problema ainda existe.

É visível q por motivo do Brasil ter sido o ultimo que aboliu a escravidão, desse modo, a população continuou mesmo com a abolição, com praticas que são consideradas escravistas, mas isso se tornou algo ruim, pois virou algo ‘‘comum’’, por exemplo, de acordo com o site El País, o qual fez entrevista com um trabalhador que presta serviços Delivery, com a entrevista dele, ele apresenta fatos que ocorrem diariamente por pessoas que estão no mesmo ramo que ele, aonde trabalham muitas vezes faz 24 horas de trabalho em finais de semana, com isso pode se concluir que isso é uma forma de trabalho escravo.

Com a entrevista do trabalhador podemos assimilar com trabalho escravo, pois ele não tem direito trabalhistas, por exemplo, ele não é remunerado, não possuem décimo terceiro, isso ocorre por não ser um trabalho formal, então por isso existem grandes massas, a maioria do percentual das pessoas não têm nenhum tipo de profissionalização, isso acaba auxiliando a pratica escravista, mais comum

Visando todos os fatos apresentados, é possível concluir que as massas que são afetadas por esse problema são as de baixa renda, que precisam trabalhar mesmo passando essas necessidades. Para diminuir esse problema que afetam a partes da sociedade, o Ministério do trabalho deveria impor leis aonde irão dar direitos e e resolver a questão da carência de necessidades básicas, por exemplo décimo terceiro, e o Estado deveria fazer campanhas aonde distribuiriam cursos gratuitos para uma especialização, para trabalhadores conseguirem empregos melhores, com uma renda mais alta. Com isso a taxa de trabalho escravo cairia.