A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 14/05/2020

Muitos casos de exploração do trabalho independente do gênero pararam de ocorrer de acordo com que o tempo passou, porém ainda não acabou. Tanto mulheres quanto homens estão sendo explorados pelo seu trabalho sem ao menos, saber.

Dentre os gêneros que formam os a exploração trabalhista, segundo uma lista de resgate da ONU, as mulheres dentre trinta anos são as que mais são exploradas e escravizadas no seu próprio trabalho, sabendo que isso acontece podemos ter a certeza de que os empregadores avançam nas mulheres que aparentam necessitar desse trabalho para viver ou cuidar de sua família própria. Ao redor do mundo pessoas que precisam de uma maneira de possuir a mão de obra, recuam para pessoas que passam necessidades e que necessitariam de um possível segundo emprego, entretanto a pessoa que irá ser explorada não sabe que o pensamento do empregador não é apenas a mão de obra e sim uma possível, escravidão.

Aprofundando a pesquisa, tem algo que é bem preocupante que vale ser citado, que é a exploração do trabalho infantil, essa forma de exploração chega a ser até pior do que para os adultos, segundo uma pesquisa da OIT (Organização Internacional do trabalho) apenas no Brasil existem cerca de mais de duzentas e cinquenta milhões de crianças trabalhando de forma que não recebem e nem tem o consentimento da própria criança e até dos próprios pais, suspeitas apontam que os “empregadores” sejam os próprios que conduzam todo o trabalho.

Normalmente a denúncia é a principal forma de acabar com a exploração trabalhista, porém esse método funciona muito raramente, o motivo seria que as pessoas podem ser mantidas completamente em cativeiro ou sobe ameaças. É difícil pensar uma solução funcional além de o governo abrir novas vagas de empregos públicos de carteira assinada, diminuiria os casos de pessoas procurando mais empregos e, de quebra, as pessoas poderiam ter outras chances de baixar o número desses casos.