A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 15/05/2020

No contexto atual, a exploração trabalhista permanece, e mexendo diretamente com o perfil emocional do trabalhador. Pode-se afirmar que a saúde do funcionário não é tida como prioridade, pois o sistema capitalista é selvagem, que visa, principalmente o lucro acima de tudo.

Convém lembrar que, no período da Revolução Industrial, no qual o trabalho era excessivamente desgastante,  sem remuneração e garantias adequadas, as fábricas não ofereciam sequer condições mínimas para que um ser humano pudesse trabalhar sem ter sua saúde seriamente afetada.

Além disso, na Colonização do Brasil, a escravidão e o trabalho exploratório eram considerados comum. Contudo, pelo menos em teoria, o trabalho escravo existiu até meados do século XIX, quando foi assinada a Lei Áurea. Evidencia-se a existência, na atualidade, de formas de trabalho análogas à escravidão, em que pessoas são identificadas sob um regime de exploração que lhes usurpa os direitos, tanto humanos quanto sociais.

Dado ao exposto, fica claro que o cenário do trabalhador, desde sempre, é problemático. Em suma, para que haja melhora nas relações trabalhistas, medidas devem ser tomadas. Logo, uma maior fiscalização do Ministério do Trabalho, empresas investirem em contratar psicólogos para garantir a saúde mental de seus funcionários e por fim, através de redes midiáticas, realizar campanhas sobre os direitos dos trabalhadores, para assim se ver uma diminuição na exploração trabalhista moderna.