A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 17/05/2020

Em meados do século XIX, teve início a Segunda Revolução Industrial, marcada, além das inovações tecnológicas, a forma cruel como os empregadores tratavam os seus funcionários, com cerca de mais de 16 horas diárias na linha de produção. Hoje, por meio dos aplicativos de comida os entregadores ficam refém desse mesmo modo de trabalho como aponta estudos recentes.

Inicialmente, como demostra à Associação Aliança Bike, a maioria dos contratados por essas companhias de alimentação são; 99% de homens e desses, 71% são negros e cumprem um período de mais de 12 horas trabalhados, em média, por dia. Neste contexto, há exploração trabalhista na sociedade moderna, uma vez que, essa mão-de-obra perfaz todos os aspectos supracitados. Além disso, o âmbito social que a pesquisa constata, o fator deles serão de um grupo classificado pela cor da pele, expõe a realidade brasileira de segregação racial, no cenário de desigualdade, visto que, recebem baixos salários.

Outro aspecto, a ineficiência do Estado à uma solução agrava a situação. Dado que, as agências governamentais de organização do espaço de trabalha são inoperantes, a uma regulamentação desse ambiente a uma melhora para os funcionários de aplicativos. Ou seja, os indivíduos encontram-se a mercê das firmas multinacionais de entregas de comidas.

Observa-se, portanto, ações. Cabe o Congresso Nacional a gênese de uma lei regulamentando as novas operações de trabalha na sociedade, ordenando um horário fixo e um salário-base, além dos direitos previsto na Consolidação das Leis Trabalhistas, e direito a compensação socialeconômica reparatória dos danos que tenha causado, como cotas raciais mais abrangentes ao publico referido anteriormente,  integrado a esse plano. Ademais, uma reorganização das instituições federais responsáveis pelo trabalho, por meio de uma fiscalização parlamentar, para que a sociedade moderna evolua com equidade, sem excesso de partes de alguns setores financeiros.