A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 27/05/2020

As relações de trabalho vem se desenvolvendo ao longo do tempo. Em Atenas, na Grécia Antiga, essas relações eram exclusivamente escravistas. Apesar de possuir leis para essas interações nos dias modernos, a exploração trabalhista na sociedade ainda é muito forte, mesmo que com novas roupagens. Ademais, é imperioso ressaltar os principais impactos da exploração, com destaque nas altas flexibilizações das leis trabalhista e demanda por alto grau de especialização.

Em primeiro lugar, na procura de regular a “roda” da economia, os governos optam por diminuir os direitos do trabalhador na tentativa de atrair empresas. A exemplo do Brasil, que recentemente aprovou medidas de flexibilizar suas leis do trabalho, deixando a cargo desses funcionários, a negociação de seus direitos, onde -notoriamente- a empresa tem maior poder nessa barganha. Dessa forma, o trabalhador sai prejudicado e muitas vezes sem suas necessidades básicas atendidas em nome da economia.

Somado a isso, a demanda crescente por uma mão de obra cada vez mais especializada em um mundo globalizado tem sido um problema. Nesse cenário, esses indivíduos são direcionados a uma incessante busca por aprimoramento, o que em si não traz prejuízo, mas aliado a alta competitividade no mercado, leva essas pessoas a, mesmo fora do ambiente de trabalho, está formulando meios de promovê-lo. Dessa forma, o proletariado é explorado, pois mesmo fora de seu ambiente de trabalho, ele está trabalhando não sendo remunerado por isso.

Evidencia-se, portanto, que medidas são necessárias para a resolução desse impasse. Por conseguinte, cabe ao Ministério do Trabalho estabelecer limites mais rígidos nas negociações empresa/empregado, agindo como um mediador para que os trabalhadores não sejam coibidos ao passo que, aliado ao Ministério da Educação promova cursos para a especialização desses trabalhadores, que terão aumentos no seu salário a medida que concluirem esses cursos. Dessa forma teremos uma sociedade cada vez mais longe da escravista ateniense.