A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 16/06/2020

Desde a chegada da Revolução Industrial, o operário é visto como um “robô”, na qual tem o objetivo de produzir o máximo possível para receber um bom salário. Tendo em vista esse cenário, o Presidente Getúlio Vargas, criou a CLT ( Consolidação das Leis Trabalhistas), de modo que, os empregados tivessem melhores condições trabalhistas. Entretanto, mesmo com tantos feitos, muitas empresas não seguem o protocolo e burlam a lei na atualidade.

A priori, a Revolução Industrial permitiu a criação de grandes entidades e consequentemente o surgimento de empregabilidade, além de uma vida repleta de conforto, na questão de produtos como roupas, e flexibilidade, no quesito de “estender” o dia. Mas, essa revolução trouxe questões críticas, como a alienação do proletariado, porque esse só sabe exercer a mesma função, e a exaustiva carga horária de 14-16 horas de trabalho por um salário baixo.

De acordo com a CLT, é inviável participar de uma jornada de trabalho maior que oito horas por dia, e receber um salário que não condiz com o padrão, muito menos exercer trabalho escravo. Porém, existem comércios que não cumprem as leis, como foi o caso da “Amissima”, instituição de vestidos de luxo, pelo fato de “contratar” 14 trabalhadores como obra de mão escrava e obrigar a trabalharem 14 horas diárias, segundo o Jornal “ Reporte Brasil”.

Sendo assim, é viável que o Ministério do Trabalho fiscalize empreendimentos, a fim de reconhecer se há ou não contratados em más condições. Ademais, é necessário conscientizar assalariados a não aceitarem empregos que não condizem com as normas da CLT, para que assim, todos possam ter uma qualidade de vida estável e confortável.