A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 26/05/2020

Desde os primórdios sociais humanos, a mais-valia definida por Karl Marx esteve presente nas relações de trabalho. Atualmente, o valor por hora de trabalho comparado ao poder de compra em diversos países do mundo é mísero, o que acaba por fazer com que os trabalhadores dediquem cada vez mais tempo diário ao trabalho, ou profissionalização. Tal fenômeno ocorre devido ao desemprego estrutural cada vez mais presente na sociedade moderna, além da alta carga tributária imposta pelo estado às empresas privadas.

Primeiramente, diferente do desemprego temporário onde o trabalhador se encontra desempregado, mas têm altas possibilidades de encontrar um emprego, o desemprego estrutural remete à falta de oferta de vagas de trabalho no mercado. Ao observar-se um sociedade em que tal forma de desemprego é recorrente, pode-se observar a ação da lei da oferta e demanda, definida por Adam Smith, em que com a baixa oferta de empregos e o alto número de trabalhadores, o preço por hora de trabalho tende a cair, queda essa que não acompanha o poder de compra de tal sociedade.

Paralelamente, a tentativa frustrada de diversas nações de taxar os grandes empresários extremamente prejudicial a população, uma vez que tais taxas são repassadas aos preços de produto, reduzindo o poder de compra populacional. Situações como tal, tendem à trazer o empregado a um estado de miséria, obrigando-o a aumentar seu tempo produtivo cada vez mais.

Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O ministério da economia deve incentivar as empresas privadas a aplicar seus investimentos no brasil, diminuindo a carga tributária e aplicando incentivos fiscais. Dessa forma, será possível garantir o aumento da oferta de emprego, assegurando a queda do temido desemprego estrutural. Só então se terá uma sociedade que promove justas condições de trabalho à os trabalhadores.