A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 09/07/2020
Depois de anos a exploração do trabalhador ainda existe, no período da colonização do Brasil, em que a escravidão, trabalho exploratório era considerado comum, no período da revolução industrial, no qual o trabalho era excessivamente desgastante, sem remuneração e garantias adequadas. Na sociedade moderna esse ato permanece, a pensar com outras formas, pois se esta em uma cultura capitalista que visa o lucro acima de tudo.
Em uma economia que se configura como neoliberal, o conceito de mais valia, definido por Karl Marx como a exploração do sistema capitalista sobre o empregado, se faz real. Assim, a busca por lucro, investimento e a ideia de uma meritocracia baseado no esforço exaustivo para alcançar metas individuais acaba por manter esse proveito sobre a classe operária aumentando assim as diferenças sociais tornando difícil reverter essa realidade, mudar a situação trabalhista atual é complicado.
O modelo econômico que prevalece, desde a queda da URSS, é o capitalismo. Mas antes disso, na primeira Revolução Industrial, montada por ideais liberais, já deixava marcado o aproveitamento do servidor. Muitas horas de trabalho, falta de segurança, trabalho infantil e baixos salários são alguns dos problemas enfrentados por a população inglesa do século XVIII. É impossível negar o abuso de uma economia que as empresas.
A situação mudou, muitas leis trabalhistas foram implantadas e o trabalhador passa a ter direitos como, salário mínimo, horas definidas de serviço e carteira assinada, por exemplo. Porém, muitas dessas leis são flexibilizadas. Com o desejo de ter a mão de obra mais barata, e assim conseguir investimento de outros países, Bangladesh, por exemplo, abusa da classe trabalhadora. Em outros países, sendo o Brasil um deles, há também essa tolerância, diante de medidas neoliberais, fazendo o Estado atuar o mínimo possível e não haver a fiscalização devida. Diante dos fatos analisados é necessário que medidas sejam tomadas, primeiramente, uma maior fiscalização do Ministério do Trabalho, para que os horário não sejam excedidos ou então garantir que horas extras sejam pagas, empresas investirem em contratar psicólogos para garantir a saúde mental de seus funcionários e por fim, através de redes midiáticas, realizar campanhas sobre os direitos dos trabalhadores, para assim se ver uma diminuição na exploração trabalhista moderna.