A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 05/06/2020
Desde a Revolução Industrial, a exploração trabalhista é uma realidade e as transformações nesse meio acontecem até hoje. No cenário brasileiro atual, observa-se que os direitos trabalhistas não estão sendo respeitados. Nesse sentido, o problema persiste devido à má influência midiática e à insuficiência governamental, que não garante tais direitos.
Primeiramente, o silenciamento da mídia dificulta a visibilidade da exploração trabalhista na modernidade. “Quanto tempo o tempo tem” é um documentário que problematiza a sociedade atual e a forma como tratamos o trabalho, permitindo a soberana influência de redes sociais. Nessa perspectiva, pode-se observar a falha dos grandes veículos de informação, que não mostram a realidade deste grupo. Além disso, o processo de Globalização possibilitou a intercomunicação entre as pessoas, encurtando distâncias e prolongando o período de trabalho.
Por conseguinte, a competividade aumenta, gerando a mão de obra cada vez mais especializada. Nesse viés, num cenário extremo de desigualdade social, segundo o IBGE, cerca de 12,9 milhôes de brasileiros se encontram desempregados. Uma vez que apenas aqueles que dispõem de tempo e dinheiro, conseguem dedicar-se ao processo de formação profissional. Muitos jovens optam por empregos precários, que oferecem flexibilidade de horários e uma fonte de renda baixa, devido à falta de empregos disponíveis no mercado. Dessa forma, a preocupação com o bem-estar dos trabalhadores, torna-se cara e quase inexistente. Percebe-se assim, uma irresponsabilidade governamental em prol da valorização destes, que precisam de um espaço adequado na sociedade.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Cabe ao Ministério da Cidadania, com o apoio do MEC, desenvolver uma campanha nas redes sociais, por meio de relatos dos trabalhadores sobre as referentes realidades de cada um, no cenário econômico brasileiro, afim de reverter o silenciamento midiático e promover tais valorizações. A partir dessa ação, espera-se obter uma melhora nas condições deste grupo. De acordo com Mery Shelley “O mundo precisa de justiça e não de caridade”.