A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 07/06/2020
A Primeira Revolução Industrial foi um marcador da exploração trabalhista, devido ao empregado trabalhar um grande número de horas por dia e não ser remunerado justamente. Apesar das transformações no trabalho ao longo do tempo, a exploração trabalhista ainda é muito evidente na sociedade moderna. Dessa forma, o negligenciamento histórico da sociedade e a omissão do Estado dificultam a resolução dessa problemática.
Em primeira análise, a fala do ativista político Martin Luther King: " O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons." aborda de forma direta o descaso da sociedade sobre os problemas presentes. Analogamente a isso, a negligência da sociedade durante toda a história corrobora para o estabelecimento dessa exploração. Desse modo, um forte sentimento de inferioridade é causado por parte dos empregados desde os tempos remotos até os dias atuais.
Em segunda análise, o sociólogo Karl Marx observa em seu manuscrito “Manifesto do Partido Comunista” a omissão do Estado diante do aproveitamento trabalhista por todas as partes. Concomitantemente a isso, essa omissão do livro perdura em toda a sociedade, por muitas vezes retirando direitos, estabelecendo carga horária maior, menor remuneração. Dessa forma, estabelece a subordinação do empregado diante ao trabalho e sua grande dependência pelo pouco que é dado.
Portanto, pode-se inferir que a exploração trabalhista na sociedade moderna é um tema relevante e que carece de soluções. Sendo assim, cabe ao Governo averiguar a efetivação dos direitos trabalhistas, através de sindicatos que abrangem todos os âmbitos, com o fito da fiscalização ser bem sucedida. Além disso, os sindicatos existentes podem utilizar os recursos midiáticos para propagar um disque denuncia, a fim de erradicar por vez essa exploração.