A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 09/06/2020

No período da colonização do Brasil, em que a escravidão, trabalho exploratório era considerado comum, no período da revolução industrial, no qual o trabalho era excessivamente desgastante, sem remuneração e garantias adequadas. Na sociedade moderna esse ato permanece, a pensar com outras formas, pois se esta em uma cultura capitalista que visa o lucro acima de tudo.

Por certo, mudar a situação trabalhista atual é complicado. Afinal, o modelo econômico que prevalece, desde a queda da URSS, é o capitalismo. Mas antes disso, na primeira Revolução Industrial, montada por ideais liberais, já deixava marcado o aproveitamento do servidor. Muitas horas de trabalho, falta de segurança, trabalho infantil e baixos salários são alguns dos problemas enfrentados por a população inglesa do século XVIII. É impossível negar o abuso de uma economia que as empresas “jogam” e não há um “juiz”.

Ademais, somando a isso, como conceitua o sociólogo contemporâneo Bauman, vive-se em uma época fluída, líquida, sem certezas, em resumo, os empregos estão instáveis, sem segurança, além disso, no mercado a fora há um “exército de reservas”, para a substituição dos mesmos. Em outras palavras, o trabalhador se submete a exploração pelo fato de precisar, cumprindo as exigências com medo de ser substituído. Estando nesse ritmo, é possível o desenvolvimento de doenças psicológicas, como a ansiedade e depressão nos empregados.

Sendo assim, é necessário que o Ministério do Trabalho amplie os direitos dos empregados e fiscalize o seu cumprimento por empresas públicas e privadas. Essas empresas precisam oferecer o melhor ambiente de trabalho criando medidas de melhoramento coletivo sem ideais abusivos mascarados por meritocracia. Bem como, é preciso que sindicados ou veículos midiáticos conscientize a classe trabalhadora sobre seus direitos e deveres por meio de reuniões ou propagandas mostrando assim, como é importante e democrático reivindica-los.