A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 09/06/2020
Escravidão da modernidade
Com a Primeira Revolução Industrial inglesa iniciada em 1760, surge pela primeira vez a exploração trabalhista de homens e mulheres livres. Nos dias de hoje, problemas similares a esses ainda reverberam, mesmo em uma sociedade moderna. Nessa lógica, torna-se inviável que os direitos trabalhistas não sejam cumpridos com um mundo globalizado.
A priori, há um certo tipo de escravidão, quando, de acordo com o índice de Liberdade Econômica desenvolvido pela Heritage Fundation, o Brasil está entre os piores países para se abrir uma empresa. Isso é resultado da alta complexidade tributária burocrática e aos elevados índices de impostos, que resulta em altos custos de vida para a população. Com isso, fica claro que o superfaturamento por parte do Governo nos produtos é um dos principais meios de exploração da força de trabalho.
Outro fator importante é a introdução da tecnologia no mercado, que tornou a mão de obra humana obsoleta. Feito isso, além de passar a exigir mão de obra especializada e a diminuição do valor agregado pelo mesmo expediente, contribui para a desigualdade social. Provando assim a teoria descrita pelo filósofo francês Pierre Lévy de que " toda nova tecnologia gera seus excluídos".
Fica claro, então, a partir dos dados apresentados que a exploração trabalhista na sociedade moderna se faz presente e deve ser combatida. Para isso, faz-se necessário que o Ministério do Trabalho implemente maiores fiscalizações nas empresas e diminuam os impostos cobrados pelos produtos. Afim de que um dia possamos ter uma sociedade justa e igualitária.