A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 10/06/2020

Passou a ser comum a exploração trabalhista no Brasil assim como em alguns países, onde países que dispõe de uma enorme população contém baixa especialização.

Homens e mulheres trabalham mais de 12 horas para receberem menos que um salário mínimo. O fazem pois, de certa forma, é o único emprego disponível. Os jovens, de certa forma, acabam sendo o foco deste pois, buscam por algum trabalho com disponibilidade a mudança de horário de sua preferência, dado que muitas vezes precisam estabelecer um horário para os estudos universitários. Em meio destes jovens encontram-se também adultos que em meio ao desemprego é a única maneira de colocar a comida na mesa. Dados através de uma pesquisa efetuada em 2019 pelo IBGE revelam que 11% da população brasileira se encontrava desempregada, número que passou a ser 12,2% no trimestre encerrado em março de 2020, sendo 12,9 milhões de cidadãos. A Associação Aliança Bike, criada em 2003 com o objetivo de fortalecer a economia que gira em torno da bicicleta, traçou o perfil destes trabalhadores com base em centenas de entrevistas: 99% sendo homens, tendo 50% entre 18 e 22 anos de idade. Enquanto 57% trabalham todos os dias da semana, e 75% ficam conectados ao aplicativo por até 12 horas seguidas recebem um salário de 992$ - 6 reais abaixo de um salário mínimo.

Não apenas o Brasil mas também todos os países afetados por este deveriam estabelecer uma melhor distribuição de renda. Na realidade, indivíduos que passam 2 horas atrás de uma bola tendem a receber mais que o jovem brasileiro que passa 12 horas na rua muitas vezes arriscando sua vida nas ruas.