A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 12/06/2020

A exploração trabalhista é um possível histórico proeminente. No período da colonização do Brasil, em que a escravidão, era considerada comum, e no período da revolução industrial, no qual o trabalho era excessivamente desgastante, sem remuneração e garantias adequadas. Na sociedade moderna esse ato permanece, a pensar com outras formas. No entanto, essa exploração, muitas vezes, não é percebida como tal. Além disso, é visível que a saúde mental do funcionário não é tida como prioridade, podendo chegar a situações extremas, como o suicídio.

Segundo o filósofo Karl Marx, vende-se a força de trabalho como fonte de sobrevivência a quem detém os meios de produção, desta forma, o trabalho fica vinculado a ele. O filme “Tempos Modernos”, de Charles Chaplin, retrata a situação dos operários perante à Revolução Industrial, na qual eles eram submetidos a uma forma de produção que tinha como único objetivo o lucro, independente das condições físicas e psicológicas dos trabalhadores. É inegável que essa obra seja considerada atemporal, pois, mesmo que, atualmente, os direitos trabalhistas sejam mais eficazes, com jornada de trabalho definida, férias remuneradas, entre outros, a exploração ainda está presente nas relações empregatícias. Esse aparece disfarçado em horas extras não pagas, na falsa relação familiar entre empregada doméstica e patrão e na conexão incessante com o trabalho, por exemplo.

É importante destacar a irrelevância com a saúde mental dos trabalhadores. Visto que, segundo o site Uol, o Japão reconhece 2 novos suicídios por excesso de trabalho no país, onde as empresas só se importam com o que o trabalhador produz. Citando a frase “time is money” do modelo fordista. Sendo assim, o indivíduo acarreta sérios problemas de saúde, pois não possui tempo para atividades básicas do dia a dia. Podendo assim, gerar a depressão, e em casos graves, o suicídio. Diante desse cenário, é notória a necessidade de uma ação mais efetiva do governo.

Portanto, diante dos fatos analisados é imprescindível que medidas sejam tomadas. Primeiramente, uma maior fiscalização do Ministério do Trabalho, para que os horário não sejam excedidos ou então garantir que horas extras sejam pagas, empresas investirem em contratar psicólogos para garantir a saúde mental de seus funcionários e por fim, através de redes midiáticas, realizar campanhas sobre os direitos dos trabalhadores, para assim se ver uma diminuição na exploração trabalhista moderna.