A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 12/06/2020

No que se refere à exploração trabalhista, que é um problema recorrente na sociedade há muito tempo, é evidente a necessidade de combater essa questão na Contemporaneidade, visto a forma com que esse abuso aumenta o contexto desigual do Brasil. Entretanto, os trabalhadores não tem os direitos preservados, o que promove um abuso vindo das classes mais altas. Entre os fatores que contribuem para esse cenário, destacam-se a falta de conhecimento dos trabalhadores sobre seus direitos e os empecilhos na fiscalização das leis trabalhistas.

Primeiramente, é possível destacar a falta de informação que os trabalhadores possuem sobre seus direitos. Desde o período da Revolução Industrial, os operários tinham como objetivo apenas alcançar o lucro, sem priorizar as condições de trabalho e a remuneração justa. Todavia, mesmo com a evolução da sociedade e a criação de leis que tratam do direito dessas pessoas, a exploração ainda está presente na sociedade atual. Já que, perante a necessidade de renda, os trabalhadores não têm conhecimento sobre seus direitos e se submetem a condições ilegais de trabalho.

Ademais, observa-se o problema em relação à fiscalização do cumprimento das leis no trabalho, dado que, uma estimativa global feita pela Organização Internacional do Trabalho mostra mais de 40 milhões de pessoas no mundo vítimas de exploração trabalhista moderna. Isso ilustra o cenário em que mesmo com a presença de leis, ainda existe um número alto de pessoas sendo exploradas no mundo todo, incluindo o Brasil. Por isso, a fiscalização seria fundamental para garantir as condições de trabalho estabelecidas pela lei.

Dessa forma, em vista do apresentado, é evidente que o Estado deve garantir a informação sobre os direitos para os trabalhadores, preservando assim suas condições de trabalho por meio de campanhas informativas sobre exploração trabalhista. E deve, também, melhorar a fiscalização de modo em que seja garantido o cumprimento das leis já existentes para o trabalhador. Tudo isso com o intuito de amenizar o problema recorrente e histórico da exploração trabalhista, para que assim, o trabalho deixe de ser uma forma de proveito e desequilíbrio social.