A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 14/06/2020
No início da primeira revolução industrial, as jornadas de trabalho eram de 14 a 16 horas diárias. Os problemas causados por esse excesso de horas no trabalho, eram de tendinite aguda pela repetição do mesmo movimento feito na fábrica, e exaustão extrema. Além de tudo isso, os trabalhadores ainda recebiam um salário que mal dava para comprar comida. Na sociedade moderna, depressão, ansiedade, pânico e falta de senso coletivo são bem comuns entre os trabalhadores.
O sistema capitalista, de certa forma acarreta esse tipo de coisa porque se tem uma ideia de superioridade a ser alcançada e claramente a saúde física dos funcionários, não é priorizada. Outro ponto que deve ser destacado, é a saúde emocional. Para muitos patrões, não importa se o empregado está passando por algum problema emocional, financeiro ou familiar. O que importa é que ele realize o trabalho com maestria para que a empresa continue funcionando muito bem.
O avanço implacável do capitalismo, infelizmente reduziu o trabalhador ao serviço prestado. Se o mesmo, continuar trabalhando bem, ele irá ter algum valor, mas se ocorrer algo errado, ele é automaticamente aniquilado pelo mercado de trabalho.
Como foi a apresentado, a sociedade moderna, é composta apenas por interesses de capital. Desde muito novas, as pessoas são reduzidas ao trabalho que podem oferecer e o quanto de dinheiro elas possuem. Os problemas que todos enfrentam, são tratados como se não tivessem importância alguma, porque o resultado maior deve ser o dinheiro e rendimento. Os órgãos públicos deveriam fiscalizar melhor as empresas e ter um sistema rigoroso para aquelas que não dessem boas condições de trabalho. E os órgãos privados, especificamente as empresas, deveriam se preocupar mais com seus funcionários. Colocando psicólogos para atender os seus empregados e oferecer um espaço para que eles pudessem ter novas ideias e maneirar um pouco no trabalho tão pesado que fazem.