A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 16/06/2020

Desde 1888 com a assinatura da abolição da escravidão no Brasil, entende-se que o trabalho escravo não deveria mais acontecer. Entretanto, o mundo contemporâneo já mostrou sua pré-disposição a exploração do trabalho. Assim como, aconteceu com os surgimentos das industrias na Inglaterra e se perpetua até hoje na lógica de ganho de lucro nas grande empresas.

Primeiramente, deve-se destacar que com a abolição da escravidão e a  com chegada dos europeus no Brasil a demanda do mercado interno aumentou. Entretanto o país havia passado por um longo período de exploração oque ocasionou a marginalização de algumas classes sociais e a concentração de dinheiro nas mãos de poucos. Nesse contexto, abrem-se brechas para a exploração da mão de obra, uma vez que as pessoas demandam de roupas, alimentação e moradia, oque hoje é garantido pelo Estado, mas não de maneira efetiva devido a grande extensão territorial e a desigualdade social.

Ademais,mesmo que hoje haja leis trabalhistas, essas leis vem sendo flexibilizadas, não sendo um ponto positivo para os trabalhadores uma vez que, a flexibilização dessas leis pode resultar no crescimento do trabalho análogo a escravidão. Outrossim, podendo aumentar a carga de trabalho, a carga horária e um crescimento efetivo na margem de marginalização das pessoas já em estado de vulnerabilidade.

Dessa forma, é necessário que o Governo Federal passe a garantir e fiscalizar de forma efetiva as empresas, com a inserção de mais fiscais no Ministério do Trabalho, com verba retirada dos impostos das próprias empresas, sendo aquelas que não cumprirem a atual Constituição de 1988, deverão ser penalizadas de acordo com o código civil brasileiro. Além disso, a criação de uma emenda constitucional, para a assegurar que as leis trabalhistas não possam ser flexibilizadas, ofertando assim ao país emprego pleno, sem a utilização de exploração da força de trabalho.