A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 25/06/2020
A junção a ascensão da burguesia, no fim da idade média com o pensamento da nova religião calvinista, modificaram o significado do trabalho na sociedade. O que antes era restrito apenas as classes baixas e aos escravos, tornou-se um elemento de status social. Esses princípios ainda se mantêm na contemporaneidade, no auge do capitalismo, os empregadores se aproveitam da necessidade de subsistência seus empregados, tornando exploração trabalhista um problema no Brasil.
A ideologia que paira sobre a frase ‘‘o trabalho dignifica o homem’’ consolidou-se na sociedade apenas após a revolução industrial. Para Karl Marx, é apenas uma forma de alienação da burguesia para que os operários contribuem com seu sistema. Dessarte, é notório que os empresários se aproveita da necessidade que a população brasileira tem em trabalhar para poder sobreviver, ofertando salários miseráveis para seus candidatos.
Todavia, mesmo havendo fortes Leis trabalhistas na Constituição Brasileira, a fiscalização é ineficiente. O salário mínimo, carga horária e demais direitos não são respeitados, muitos funcionários trabalham em condições insalubres, sem receber equipamento de proteção e auxilio necessário para a realização de seu serviço. Enfim, no ano de 2019, o país registrou 17 mil mortes em acidentes de trabalho segundo dados oficiais da união.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O Ministério Público deve fiscalizar as relações de trabalho no país, principalmente nas empresas com larga escala de produção. Certificando-se que estas cumprirão com suas obrigações e seus trabalhadores gozem de todos os direitos que são assegurados nas leis brasileiras. Denunciando e levando os casos aos Tribunais Trabalhistas caso haja irregularidade, para que os empregadores sejam devidamente punidos e os operários processados.