A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 01/07/2020
Desde o iluminsmo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a exploração trabalhista na sociedade moderna, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pelo descaso à saúde mental do funcionário, seja pelo desemprego. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências de tal postura negligente para a sociedade.
Primeiramente, é fulcral pontuar que a exploração trabalhista deriva da baixa atuação dos setores governamentais. Segundo Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades no que diz respeito à saúde psicológica dos trabalhadores, o que leva muitos empregados a desenvolverem ansiedade, depressão e até mesmo cometerem suicídio. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar a desemprego como promotor do problema. De acordo com o IBGE, o Brasil tem 11,9 milhões de desempregados. A esse respeito,o filósofo Karl Marx desenvolveu o conceito conhecido como Exército Industrial de Reserva que corresponde à força de trabalho que excede as necessidades da produção, sendo esse Exército formado por desempregados. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que o desemprego contribui para perpetuação do impasse.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática. Dessarte, com o intuito de mitigar a exploração trabalhista, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de contas direcione capital, por intermédio do Ministério público, que será revertido em acompanhamento psicológico de empregados para evitar doenças, como ansiedade e depressão. Desse modo, a exploração trabalhista não será mais um problema na sociedade moderna.