A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 02/07/2020

Com a taxa de desemprego chegando aos 13%, o Brasil tem enfrentado várias problemáticas de grande amplitude. E uma das mais contundentes, é a forma que as relações empregatícias tem adoecido e cansado de forma extrema os trabalhadores da contemporaneidade com excesso de trabalho. Observando esses aspectos, é visível o enfraquecimento das leis trabalhistas.

De acordo com o filósofo Karl Marx, a venda da força de trabalho a quem detém os meios de produção, é uma questão de sobrevivência. Tal pensamento se torna palpável quando se identifica um sujeito que, trabalha horas a mais e não recebe por isso, ou quando o mesmo leva serviço para casa porque não teve tempo de finalizar no serviço. A filósofa Hannan Arendt, explica que o ser humano tende a banalizar o mal difundido, gerando passividade social.

A alta demanda de trabalhadores, abre portas para que os patrões abusem das capacidades físicas e psicológicas dos contratados. Os trabalhadores, no geral, se forçam a continuar em um serviço que não querem, as consequências são desastrosas. uma vez que, isso facilita o desenvolvimento de doenças psiquiatras, como: ansiedade, depressão e em casos mais graves, o suicídio. Observando tal ponto, fica mais claro de perceber que, a preocupação dos donos de empresas é a alta rentabilidade que os funcionários podem os proporcionar.

Visando o supracitado, torna-se necessário o desenvolvimento de medidas para resolver tal problemática. A priori o Legislativo, deve trazer um rigor maior para as leis trabalhistas, outro ponto é aumentar a fiscalização por parte do Ministério Público Trabalhista para que se verifique possíveis irregularidades. Se torna necessário que a população, lute pelas melhorias por meio de protestos.