A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 10/07/2020

A exploração trabalhista tem tomado rumos cada vez mais extremos no Brasil. A população, de um modo geral, acaba por ter sempre o mesmo ponto de vista e, graças a isso, o empreendedorismo tem se tornado escasso e pouco procurado como objetivo de vida, como é em diferentes culturas, como a dos Estados Unidos. De fato, há uma convergência grande entre empregadores e empregados e isso se diz respeito bem mais ao conhecimento do que à certificações. Embora pareçam sinônimos, hão diversas formas de se obter por conteúdos gratuitos.

O grande problema da educação no Brasil é que a mesma é completamente padronizada. Todos são ensinados da mesma maneira com o mesmo método. Assim sendo, não há formas de se obter resultados diversos, já que a escola passa, por muito tempo, ensinando como as pessoas devem ser para serem bons funcionários, e muito dificilmente se vê a educação falando sobre como se tornar um bom líder e empreendedor. Entretanto aqueles que têm algum contato e se dedicam a terem sua própria empresa acabam por se destacar, mesmo que aprendam de maneira “forçada”, como o caso do empreendedor Flávio Augusto da Silva, sócio-fundador da Wise Up e atual dono do Orlando City Soccer Club, que cresceu na periferia do Rio de Janeiro vendendo relógios e hoje é dono de um gigantesco império bilionário.

Concluindo, não há a necessidade de graduações e certificações para que se saiba fazer um bom trabalho e não há necessidade que as pessoas sejam empregados, pelo contrário, deveria se ter incentivos para que fossem empregadores, para ajudar a economia a girar, uma maneira de se criar este incentivo é fazer com que haja educação sobre empreendedorismo, para que pessoas que tenham vontade de fazê-lo tenham uma base de conhecimento e para que se desperte o interesse de outros por esta prática.