A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 10/07/2020
Antigamente,entre os séculos XVIII e XVX,se deu início a Revolução Industrial na Inglaterra,em que milhares de operários trabalhavam mais de 14 horas por dia para um salário desproporcional às horas de trabalho. Atualmente,essa realidade ainda é vivida por grande parte dos jovens que compõem as populações,principalmente os que vivem em periferias.As grandes jornadas de trabalho geram extremo cansaço físico e desmotivam a busca pelos estudos.
Em primeiro lugar,horas excessivas de trabalho causam extremo cansaço físico e indisposição.Esses problemas podem gerar sérias dores de cabeça o que pode evoluir para algo mais sério.As pessoas ficam focadas no trabalho e com o tempo isso pode virar alienação.Dependendo do emprego,ficam expostas à acidentes e muitas vezes não possuem dinheiro para planos de saúde.Tudo isso pois precisam de renda para sobreviver,todavia, o salário que recebem,na maioria das vezes,não é compatível com o esforço físico que praticam.
Em segundo lugar,a maior parte dos trabalhadores explorados são jovens.É perceptível a presença de crianças em sinais de trânsito,por exemplo,que muitas vezes são forçadas a trabalharem,perdendo a infância e os estudos.Entregadores de aplicativos também são um bom exemplo,gastam o dia todo e parte da noite para trabalhar,faltando tempo para estudar.Com o tempo,essas pessoas perdem o interesse pelo conhecimento e como estão acostumadas com a rotina do trabalho,seguem essa vida até se tornarem adultos,em busca de uma boa renda.
Com isso,conclui-se que os fiscais do Trabalho devem averiguar as situações em que os trabalhadores se encontram,e garantir que não sejam explorados.Devem garantir que as pessoas trabalhem até no máximo 8 horas por dia,que é a carga horária definida pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e ganhem um salário compatível com as horas por dia de trabalho.Assim,a exploração diminuiria consideravelmente evitando problemas físicos e sobrecarga,principalmente na vida dos mais jovens.