A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 12/07/2020
“É um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”, essa frase foi dita pelo Nill Armstrong ao pisar na lua em 1969. Contudo enquanto países estrangeiros levaram indivíduos para o espaço no século XX, o Brasil não consegue lidar com o problema da exploração trabalhista na sociedade moderna. Logo é preciso resolver essa adversidade, para que os indivíduos afetados se tornem independentes desse imbróglio.
Em primeira análise percebe-se que a urbanização cada vez mais acelerada faz com que o cidadão busque seu espaço, mas também, é importante notar que a precarização dos trabalhadores persiste intrinsecamente relacionada à lógica capitalista. Assim, as vítimas dessa problemática ficam submetidas a sua sobrevivência devido às dívidas contraídas como os seus recursos de trabalho, impostos, e contas anexadas como consequência de sua moradia, entre outros fatores, então é estabelecido um ciclo vicioso dependente do giro de dinheiro.
Outro fator é a existência de um maior mercado consumidor, e com a digitalização do mundo contemporâneo, o indivíduo tenta cada vez mais se encaixar em padrões trabalhistas, para que o mesmo não sofra as possíveis consequências; como a fome ou a falta de um lar. Haja vista este fator, o trabalhador tem uma longa jornada de trabalho. Muitos deles acabam não encontrando tempo para exercer alguns dos direitos básicos do ser humano assegurados na Constituição Federal de 1988. Sendo assim o individuo torna-se prisioneiro de seu trabalho, mesmo não sendo assegurado por nenhum direito do trabalhador formal.
Dessa forma, pode-se dizer portanto, que há necessidade de uma ampliação de uma lei que proteja esses trabalhadores, através do poder legislativo visando à diminuição de horas e uma formalidade dessas empresas que terceirizam o serviço, afim da melhora de qualidade de vida desses trabalhadores, para que consigam exercer alguns direitos de cidadão que foram perdidos com a falta de tempo.