A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 13/07/2020

Desde o período da Revolução Industrial, o trabalho foi intensificado, sem uma proteção ao trabalhador, um limite de expediente ou auxilio diante dos acidentes nas máquinas. Ademais, a hipermodernidade tem modificado a forma das atividades remunerativas, trazendo uma ilusão de independência e não realizando o pagamento adequado aos profissionais. Portanto, o abuso ocupacional tem intensificado o capitalismo e também é uma forma de violência ao cidadão, resultado da ausência das leis trabalhistas.

A princípio, a tecnologia favoreceu o avanço do consumismo e  a escravização os trabalhadores. Além do mais, o sociólogo Gilles Lipovetsky defende que a sociedade hipermoderna cria uma necessidade irreal de consumo, vivendo em um caos, ou seja, cada vez mais o funcionário precisa trabalhar exaustivamente para atender as fúteis demandas sociais. Sendo assim, é preciso que haja uma intervenção no pensamento coletivo de que há uma obrigação diária produção de novos bens de consumo.

Em segunda análise, a violência tem sido negada fora do âmbito físico e mediante a isto, a arbitrariedade dos empregadores é um tipo de abuso da força. Outrossim, a Constituição brasileira de 1988, no artigo 7 determina 8 horas de trabalho diário e a renumeração de horas extras. Entretanto, muitas empresas, principalmente as virtuais, têm abusado do abusado do expediente dos funcionários, tirando os seus direitos humanos e precisam de uma interferência para controlar as leis trabalhistas.

Mediante aos fatos abordados, a exploração dos funcionário têm ocasionado as compras desenfreadas e também um uso de abuso de poder. A fim de solucionar o problema, o Ministério do Trabalho em parceria com as emissoras de televisão, devem criar um projeto dinâmico fiscalizando as empresas no requisito dos direitos trabalhistas e também, mostrando por meio das novelas, entretenimento de alto alcance de usuários, os malefícios do consumismo, como ele intensifica o descumprimento das leis trabalhistas e o abuso dos funcionários. Com essas medidas, haveria menos violências ao trabalhador e mais justiça.