A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 29/07/2020
A partir da revolução industrial, iniciada no final do século XVII, houveram novas condições de trabalho, incluindo a desvalorização dos assalariados, como as condições precárias nas quais precisavam exceder. Assim como nos dias atuais, não há, ainda, uma grande clareza para o combate da precarização do trabalho, na qual sempre foi comum constatar a escassez presente no cenário laboral. A contar com a análise desse impasse, nota-se que está vinculado não só à exploração do trabalho humano, mas também à herança cultural fixada na história do Brasil.
Em primeiro plano, é indiscutível a grande concentração de abuso nos ambientes de trabalho no tempo atual. No filme “Tempos Modernos”, de Charles Chaplin, comprova que a exploração do trabalho sempre ocorreu, onde o personagem principal da trama, passa longas horas desempenhando uma mesma tarefa na linha de produção. A partir disso, o filme não expõe apenas os problemas proveniente com a mais-valia, a qual o operário recebia um salário insignificante contraposto a riqueza produzida no total, mas também ao método de exploração formulada. Desse modo, é possível observar a inexistência de acatamento ao funcionário e sua luta de classe.
Ademais, vale ressaltar a sucessão cultural existente até os dias atuais, que auxilia na precarização do trabalho. A escravidão, desde a época da colonização portuguesa no Brasil, tem como conceito a exploração do trabalho humano. Aqueles mais vulneráveis, ou seja, os que são de baixa renda, são evidentemente submetidos à prática da escravidão contemporânea, decorrente disso, vários trabalhadores residem em conjuntura desprezíveis: sem carteira de trabalho assinada e baixa remuneração.
Portanto, é de demasiada importância que a precarização do trabalho seja solucionada. Baseando-se nisso, faz-se necessário a intervenção do Ministério do Trabalho e Emprego, juntamente com o Ministério da Saúde, com propósito de instruir um melhor ambiente de trabalho, para que os funcionários disponham de assistência médica, incluindo apoio psicológico. Do mesmo modo, em companhia com o MTE, adepto o Ministério da Educação, por meio de palestras, oficinas e minicursos, com intenção de aumentar o conhecimento na área de carreiras autônomas, tendo intuito de valorizar inteiramente quaisquer profissionais.