A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 02/12/2020

A Revolução Industrial no século XVIII trouxe consigo a consolidação do modelo econômico capitalista que, por sua vez, gerou desigualdades e explorações no âmbito laboral. Apesar de existir amplos direitos trabalhistas, este não abrange todos os proletariados, como os informais. Nesse contexto, a maioria dos trabalhadores se encontram em situações precárias, pois com a baixa especialização dos indivíduos e com o desemprego em alta, fica difícil atender as exigências do mercado de trabalho.

Em primeira análise, os índices de desemprego aumentaram nos últimos cinco anos o que fez com que os indivíduos procurassem outra forma para se sustentar. O trabalho informal surge com esse enfoque. Entretanto, as más condições de trabalho e a baixa remuneração são problemas sofridos diariamente pelos empregados. Por outro lado, a baixa especialização dos sujeitos, decorrente da falha educação brasileira, causa as desigualdades presentes na sociedade.

Ademais, no filme Tempos Modernos, de Charlie Chaplin, é apresentado aos espectadores as relações opressoras de trabalho durante a Revolução Industrial. Fora das telas, a situação proletária é semelhante, pois muitos ainda não usufruem dos seus direitos garantidos por lei e que dessa maneira só prejudica a saúde e o bem-estar do empregado. Por conseguinte, essas relações podem acarretar no que o sociólogo francês Émile Durkheim chamava de suicídio anômico que ocorre devido à ausência de regras na sociedade.

Portanto, é evidente que as situações do ambiente de trabalho devem ser ampliadas. Logo, o Governo Federal em conjunto com o Ministério do Trabalho deve, por meio da ampliação dos direitos trabalhistas, principalmente aos informais, promover garantias e proteções aos proletariados. Em suma, ao efetivar melhores condições salariais e de carga-horária, os empregadores passarão a render mais e tornarão a economia brasileira cada vez mais produtiva.