A exploração trabalhista na sociedade moderna
Enviada em 20/08/2020
Consoante a George Santayana, “Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo’’. Nesse sentido, convém retomar à época da Revolução Industrial, que ocorriam várias explorações trabalhistas, para avaliar as condições indignas de trabalho na sociedade hodierna. Ao considerar tais situações, deve-se lembrar que os direitos trabalhistas são conquistas realizadas por trabalhadores, bem como uma forma legítima de preservação da saúde física e emocional deles. Desse modo, os atos sofridos por operários não devem ser desprezados.
O filme “Tempos Modernos”, de Charles Chaplin, empreende críticas ao modelo de produção implementado na Revolução Industrial, desde aquele período a jornada de trabalho era exaustiva. À vista disso, no século XIX foram implementados direitos trabalhistas que protege a classe proletária, mas nem sempre as normas são aplicadas. Essa obra, retrata que mesmo com a existência de regras, a objetificação de lucro e produção é definida como mais importante do que a saúde de seus empregados.
Desta maneira, o aumento de doenças mentais é evidente, quando não são tratadas, podem levar ao suicídio, como, por exemplo, o Japão que reconheceu dois casos de autocídio por exorbitância de trabalho, no ano de 2018. Ademais, deve-se notabilizar o discurso “quem quer consegue, e nada o impede’’ muito citado pelos empreendedores aos assalariados. Portanto, a falta de lazer provoca doenças, a instabilidade familiar e indisposição. Sendo que, seu objetivo é uma melhor qualidade de vida.
A fim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de determinados agentes implicados a exploração trabalhista. Destarte, o Ministério do Trabalho deve interferir, assegurando e amplificando os benefícios e direitos dos trabalhadores, por intermédio de fiscalização dos comprimentos desses direitos, por isto, condiz aos órgãos públicos e privados à disponibilidade de acompanhamentos médicos. Com resultado dessa nova perspectiva, ocorrerá melhor à cobrança da sociedade aos seus direitos e a diminuição de atrocidades por exploração no trabalho.