A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 23/08/2020

No limiar do século XVIII a Revolução Industrial trouxe, juntamente com seus avanços nos meios de produções, a desigualdade salarial, assim como as péssimas condições de trabalho a qual era submetido o proletariado. No contexto atual, pode-se observar que de fato muitos trabalhadores ainda são submetidos à circunstâncias como da época citada. Ademais, os impactos causados à saúde mental do individuo não costuma gerar grande relevância por seus patrões, podendo chegar até a caso extremos.

Assim como nos primórdios da Revolução Industrial, a exploração trabalhista se mostra presente, também, na sociedade moderna. Tanto no período datado, como atualmente, alguns trabalhadores sofrem com longas horas de trabalho e condições precárias no serviço e, mesmo assim, recebendo menos que um salário mínimo. Além disso, ainda é visível a desigualdade gerada nesse meio, pois mulheres e negros tendem a receber ainda menos. Observa-se, também, que em alguns casos pode-se tornar presente a questão do trabalho infantil, onde muitas crianças são inseridas no mercado desde pequenas, diversas vezes por necessidade e para aumentar a renda da família.

É elementar que se leve em consideração a saúde, tanto física quanto mental do empregado, o que não ocorre frequentemente. Muitos funcionários se sentem sobrecarregados e, sem dúvidas, isso pode afetar seu psicológico, ocasionando a ansiedade, depressão e podendo leva-lo até ao suicídio. Mesmo assim, ele é sempre cobrado mais e mais, tendo muitas vezes pouca visibilidade em seu serviço e uma baixa remuneração.

Logo, é evidente que há grandes problemas a esfera do trabalhador. Visto isso, é importante que o governo amplie os direitos e benefícios dos trabalhadores, além da fiscalização para assegurar o cumprimento dos mesmos. Não obstante, o acompanhamento psicológico para os empregados, visto a necessidade de cuidar de sua saúde mental.